(Um bolero que comecei a compor depois que saí de de uma apresentação do cantor).
As ruas desertas me trazem lembranças
De sombras que dançam, no olhar que eu guardei
No silêncio da noite eu confesso o fracasso
De esperar por alguém que juro, não sei
Mas na brisa encontro um sinal do cansaço
Que o destino deixou para um outro alguém...
*Refrão*
Dividir os teus passos
Entre os meus braços
Foi o que mais esperei
Nem sabia o porquê
Mas agora eu sei...
É a falta que aperta
No canto da alma
É a dor que me leva
Pra longe da calma
Num copo vazio me afogo sozinho
Cada gole é uma lembrança cruel
Teu perfume ainda marca o caminho
Como batom borrado em um colarinho
E na mesa pequena eu refaço o carinho
De um amor que ficou
num quarto de hotel...
*Refrão*
Dividir os teus passos
Entre os meus braços
O que mais esperei
Nem sabia o porquê
Mas agora sei...
É a falta que aperta
Num canto da alma
É essa dor que me leva
Pra longdo Ramo, não espera isso de empresas. Nem de governos. As vezes você pode até contar com familiares. A vida é pra ser vivida. A gente nasce num grupo e morre nem sempre nesse grupo. Mas o que parece ser uma dureza é um sentimento completo: somos filhos de Deus e Ele nos deixa livres. Parece solitário, mas é herança. Para de se prender a essas relações humanas como a única totalidade do ser humano. As estrelas só estão juntas muito longe. Quando vistas de perto são isoladas.e da calma
O relógio repete segredos antigos
São passos perdidos que pulsam sem fim
O desejo é uma chama que arde sozinha
E a esperança é um vício que vive em mim
Ah... se eu pudesse voltar no tempo...
Ah... te abraçar de novo, ir por dentro...
Quem sabe amanhã, quem sabe tu vens
Se o amar é coragem, eu vou muito além.
Dividir os teus passos!
Entre os meus braços!
O que mais esperei!
Nem sabia o porquê!
Mas agora sei...
Sei que a saudade é sentença
E que a vida confessa
O meu canto é lembrança
Da paixão que não cessa...
(Refrão 2x)